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RAÇAS

Espaço para: comentários, observações e descrições acerca das muitas raças de Cães domésticos que, segundo a teoria das origens do Lobo Cinzento* , foram surgindo e sendo selecionadas artificialmente pelo Humano domesticador.
Não deveremos nunca esquecer os nossos queridos SRD's ( sem raça definida) também conhecidos como rafeiros ou "vira-lata").

* a existência de mais de 45 subespécies de lobos, poderá estar na origem da diversidade racial observada nos cães

Se deseja saber mais sobre a raça do seu Cão, envie-nos um e-mail.

 

Cão de Água Português ( The special one)

A personalidade típica destes cães é vivaz, impetuosa, afetuosa, agradável, e bom companheiro, no entanto, quando pressionados, eles podem se tornar temperamentais e "malcriados". Um dos seus hobbies prediletos e testar a paciência do dono. Persistentes, eles são capazes de tomar uma bronca e logo em seguida voltar a fazer as coisas da maneira deles. Persistência esta que é uma grande virtude no trabalho, mas um grande aborrecimento no dia-a-dia. 
É um cão muito afável com pessoas e outros cachorros. Na verdade o Cão d’Água adora a companhia de outros cães, e se algum cachorro não tolera suas investidas amigáveis eles simplesmente ignoram qualquer sinal de agressividade e seguem demonstrando toda a simpatia da raça. Com os humanos eles tendem a ser ciumentos e precisam de bastante atenção. O Cão d’Água Português é um cão de inteligência excepcional, que obedece a qualquer ordem dada pelo seu dono, com facilidade e prazer. É obediente com quem cuida dele e com quem ele trabalha. É um animal de grande disposição para o trabalho, independente, bravo e muito resistente ao cansaço. Tem uma expressão atenta e penetrante, uma ótima visão e olfato razoável. Também notável é a sua memória, capaz de nunca esquecer um rosto ou cheiro.
Eles possuem um forte instinto de proteção e podem ser usados como cão de guarda. Ainda filhotes eles aprendem facilmente a morder para conseguir o que querem e por isso mesmo devem ser ensinados desde cedo que este é um comportamento inadmissível. 
Em termos de treinamento eles precisam de uma mão firme, mas ao mesmo tempo de muito estímulo positivo, já que eles nunca se esquecem de qualquer experiência desagradável. No momento em que eles forem convencidos a realizar uma determinada tarefa, os Cães d’Água desenvolvem tamanha vontade de executar este trabalho que dificilmente irão esquece-lo. 
O grau de dominância varia de cão para cão, mas eles vão se apresentar como "donos" da sua casa se assim for permitido. É um caso típico de cachorro que não sobe no sofá quando os donos estão em casa, mas que, assim que todo mundo sai, não se priva do direito de tirar uma longa soneca na poltrona preferida. 
Dois hábitos são quase impossíveis de se corrigir: Pular nas pessoas e destruir as plantas. 
Como outros cães de trabalho o Cão de Água Português tem um elevado nível de energia e precisa de ser exercitado diariamente. Estes exercícios podem ser feitos na terra ou na água. Embora eles adorem a vida ao ar livre, estes não são cães para viver em canis isolados das pessoas, já que para eles a interação com sua família humana é imprescindível.

A origem do Cão D’Água Português está ligada com a região da Ásia central cerca de 700 anos A.C., seguindo para a península Ibérica no século VII. Nessa época, ele era considerado o cão mais valioso, devido à qualidade de santo atribuída com base em suas habilidades.
Esta raça era usada como mensageira entre quem estava em navios e quem se encontrava em regiões costeiras. A aptidão para nadar também ajudava na hora de recuperar redes equipamentos que caíam no mar.
Excelente nadador - foi utilizado pelos pescadores portugueses como ajudante nos barcos, guiando cardumes de peixes às redes, recuperando objetos caídos n'água, levando mensagens entre barcos e entre a terra e o mar e outras atividades variadas. O escritor Raul Brandão, em sua obra Os Pescadores (1932), descreve assim a atividade de um barco de pescadores de : "Tripulavam-no vinte e cinco homens e dois cães, que ganhavam tanto como os homens. Era uma raça de bichos peludos, atentos um a cada bordo a ao lado dos pescadores. Fugia o peixe ao alar da linha, saltava o cão ao mar e ia agarrá-lo ao meio da água, trazendo-o na boca para bordo".

A partir do século XX, com as novas tecnologias da pesca, o trabalho dos cães d'água tornou-se progressivamente obsoleto. O número de animais da raça diminuiu muito e na década de 1930 os poucos exemplares restringiam-se à costa do Algarve. Em 1934, dois cães d'água de Sesimbra participaram pela primeira vez de uma exibição canina, levados pelo criador de cães Federico Pinto Soares. Estes animais chamaram a atenção de Vasco Bensaúde, um rico empresário açoriano que também era criador de cães. Bensaúde adquiriu quatro exemplares para seu canil Algarbiorum e iniciou um cuidadoso programa de seleção. O exemplar mais importante foi um macho chamado Leão, que viria a servir como padrão para a raça. Em paralelo outro canil com cães d'água foi estabelecido em Alvalade (perto de Lisboa) pelo criador António Cabral.

Mais tarde os cães de Bensaúde passariam a ser propriedade de Conchita Cintrón, uma criadora de cães de origem peruana casada com um empresário português. Conchita vendeu vários animais para o exterior, inclusive para uma criadora dos Estados Unidos, Deyanne Miller, que junto a seu marido Herbert foi fundamental no estabelecimento da raça na América do Norte. Além de exemplares da linhagem de Bensaúde, Miller também adquiriu exemplares da linhagem de Alvalade, para diminuir a consanguinidade. Em 1972, criadores dos EUA fundaram o Clube Americano de Cães de Água Portugueses (Portuguese Water Dog Club of America). Supõe-se que o litoral Algarvio seja o solar da raça; desde Vila Real de Santo António a Sagres, especialmente os portos de mar de Tavira, Olhão, Faro, Albufeira, Portimão, Ferragudo e Lagos. São estas, sem dúvida, terras de pescadores e homens do mar nas quais abundam as praias de areia branca e fina, alternando com falésias de rocha calcária cor de ferrugem e onde no passado a faina da pesca era o sustento principal de muitas das suas gentes.

Em 1936, a pedido de Vasco Bensaúde Secretário-Geral da Secção de Canicultura do Clube dos Caçadores Portugueses é efectuado o primeiro estudo da raça pelo Prof. Fernandes Marques que culmina na aprovação do primeiro estalão da raça. Vasco Bensaúde inicia a criação destes cães em Lisboa, com o afixo Algarbiorum, registando os primeiros exemplares no LOP nesse mesmo ano.

Com o advento de novas técnicas piscatórias, a partir de 1950, esta raça foi desaparecendo até à sua quase extinção. Em 1970 era considerado pelo “Guiness Book of Records” como a raça mais rara do mundo.

Em 1981, chegou a estar registado no Livro do Guinness, como a raça de cães mais rara do mundo . Salvo da extinção pelo trabalho dedicado de alguns criadores, dos quais são de destacar o Dr. António Cabral e Dra. Carla Molinari, que, a partir dos anos setenta, preservaram a raça com grande esforço e determinação, assim como o trabalho da associação da raça, a Associação para a Protecção do Cão de Água Português – APCAP, o Cão de Água tornou-se um excelente cão de família.

O cão d'água português é uma raça de tamanho mediano, de constituição forte e compacta e musculatura bem desenvolvida. Os machos tem uma altura ideal de 54 cm, enquanto as fêmeas medem cerca de 46 cm. Os pesos variam entre 19 a 25 kg nos machos e 16 e 22 kg nas fêmeas.
Há dois tipos de pelagem: longo e ondulado, com pêlo mais brilhante, e curto e encarapinhado, de pêlo mais opaco. Não possui subpêlo. A pelagem pode ser totalmente negra, branca ou castanha, ou negra ou castanha com manchas brancas. A tosquia típica é feita no focinho e na parte posterior do corpo, deixando uma bola de pêlo na ponta da cauda o que lhe dá uma aparência de leão.
É considerado um animal excepcionalmente inteligente, com temperamento ativo, ardente mas também obediente. É também muito resistente à fadiga. É um exímio nadador, sendo capaz de mergulhar e nadar debaixo d'água para recuperar objetos perdidos.









Happy nascido a 11/06/2014 ( aqui com 3 meses)



Leão ( Pai do Happy) aqui com um filhote na garupa)

Border Collie

Surgiu há mais de duzentos anos na fronteira entre Escócia e Inglaterra. Border significa divisa, de onde se originou o nome Border Collie para se diferenciar do Collie Show, mais conhecido como Lassie.

É um dos cachorros mais inteligentes do mundo.

O Border Collie é o resultado de mais de um século de criação para a
função de pastor de ovelhas. Nos anos de 1800, existia uma variedade
de cães pastores de ovelhas na Grã-Bretanha. Alguns eram cães de resgate,
com uma tendência inata para cercar o rebanho e trazê-lo de volta para o pastor.
A maioria dos cães era barulhenta, que costumavam mordiscar e latir
durante o trabalho.

Ele é também um pacote de energia física e mental só esperando para se soltar no mundo. É uma das raças mais inteligentes e obedientes. Se puderem fazer exercícios suficientes, ele é um companheiro fiel e leal. Ele se concentra em tudo que faz e costuma encarar, o que costuma irritar outros animais. Ele também gosta de caçar outros animais. Ele é desconfiado e protetor em relação a estranhos.

Poucos cães são tão voltados para o trabalho como o Border Collie. Esse é um cachorro que precisa de uma ocupação. Ele precisa de muita atividade física e mental todos os dias pra satisfazer suas necessidades de trabalho. Ele adora ficar com a família. Seu pelo precisa ser escovado ou penteado de uma a duas vezes por semana

Saúde:

Incidência de problemas: quadril e olhos.

 

Atenção: por mais tentador que possa parecer, não tenha um Border Collie em apartamento.

 

GRAND DANOIS ( ou Dog Alemão)

A raça de cães Grand Danois, também conhecida por Dogue Alemão é uma raça de grande porte, que só recentemente foi reconhecida como uma raça de companhia, pois durante milhares de anos foram tratados como cães de trabalho, com tarefas importantes como por exemplo: protecção de inimigos, protecção de predadores, e ajuda na caça e no pastoreio de rebanhos.

Origem
Pelo que se sabe o Dogue Alemão é descendente de Molossos Romanos (cães utilizados pelas legiões Romanas, na construção do seu grande império) que depois de cruzados com alguns cães de guarda germânicos, originaram esta nova raça. Esta origem ainda é muito controversa, pois nem todos concordam com ela. Há também algumas gravuras em baixo relevo bastante antigas, com representações de cães muito semelhantes à aparência do Grand Danois.

Comportamento
Apesar do seu grande poderio físico, com uma estatura gigante, é um cão bastante meigo e carinhoso. A sua relação com as crianças é excelente, protegendo-as. É também, uma raça, que pode viver perto de outros animais, como cães de outras raças, quer sejam de pequeno ou grande porte. Tal como na maioria dos casos, necessita de muito espaço e de fazer exercício regularmente.

Características físicas
É uma das raças mais imponentes fisicamente, mas ao mesmo tempo elegante. Atinge em média os 80 kg de peso, e uns incríveis 180 cm quando apoiado só pelas patas traseiras.

Doenças
Podem ter problemas de crescimento, com alguns problemas ósseos, isto deve-se ao seu grande porte, quer em altura como peso. É uma raça com muito risco de sofrer torsão de estômago, que se tornará fatal cerca de 12 horas depois, se não foi intervencionada cirurgicamente, neste caso os sintomas são as seguintes: tentativas frustradas de vómitos, arrastar a sua barriga pelo chão, inchaço no estômago e dificuldades na respiração.

 

Pastor Belga

Pastor Belga Groenendael
Pastor Belga Tervueren
Pastor Belga Malinois
Pastor Belga Laekenois

(em francês: chien de berger belge) é uma raça de cães que possui variedades de aparência bastante distintas entre si no que toca a pelagem e as cores. Apesar disso, a dificuldade de classificá-los reside no fato dos kennel clubs locais não entrarem em acordo sobre suas diferenças. Internacionalmente, o pastor belga é uma única raça dotada de quatro variações, bem como em vários outros países; Nacionalmente, em 1891 o professor Adolphe Reul, da Escola Veterinária de Cureghem, estudou todos os pastores e estabeleceu quatro diferentes raças; nos Estados Unidos, os laekenois não são reconhecidos, os groenendaels são os belgas e os outros dois são tidos como a mesma raça.

O malinois, de pelagem clara, mais alongada e com franjas, é nativo da região de Malines e tido como um dos mais raros entre seus parentes. De todos, é o mais próximo do pastor alemão e do holandês de pelo liso. Conhecido pelo vigor, foi o primeiro dos belgas a ser descrito. O groenendael, de pelagem negra, alongada, macia e abundante até as pernas, começou a ser criado por volta da década de 1890 quando Nicholas Rose, dono do Café du Groenedael, cruzou um filhote negro e obteve outro, considerados então base desta variedade. O mais raro, o laekenois, tem a aparência felpuda e rústica, de pelagem densa, sem a franja, e ondulada. Predileto da rainha Maria Henriqueta da Bélgica, possui o nome vindo do Castelo de Laeken. Fácil de adestrar, assim como os demais, é visto como excelente companheiro. O tervueren, majoritariamente classificado como raça separada, tornou-se popular quando usado como farejador de entorpecentes.

Independente das diferenças, os belgas são considerados campeões na realização de várias atividades - provas de obediência, campeonatos de agility, pastoreio de ovelhas, flyball, exposições de beleza, cão de companhia e guarda - o que os tornaram populares em todo o mundo, apesar de abaixo das expectativas. Segundo estudos, nos belgas é vista a variedade de pelagens que remonta à época em que cães eram utilizados em funções. Bem como o temperamento e as qualidades físicas, os belgas partilham os problemas da raça: podem desenvolver displasia, epilepsia, atrofia progressiva da retina e pannus. Na cultura humana, um dos cães mais famosos é Tomy, o primeiro dos tervuerens


Ser Pastor Belga é ter:

Energia
Gosto por brincadeiras
Amizade com outros cães
Amizade com estranhos
Amizade com outros animais
Proteção
Tolerância ao calor
Tolerância ao frio
Necessidade de exercício
Apego ao dono
Facilidade de treinamento
Guarda
Cuidados com a higiene do cão


 

Golden Retriever

É uma raça canina desenvolvida na Inglaterra para a caça de aves aquáticas e selvagens. Seu surgimento deu-se em meados do século XIX, através de cruzamentos seletivos e elaborados por Sr. Lord Tweedmouth, que buscava um cão de médio porte que fosse hábil caçador, obediente, inteligente, calmo e fácil de treinar, o que levou ao uso de diversas raças, entre elas a extinta tweed water spaniel.1 Como resultado dos esforços, nasceram quatro cadelas: Ada, Primrose, Crocus e Cowslip, sendo os descendentes desta última os principais ancestrais dos retrievers conhecidos hoje. Já difundidos, os padrões exigidos geraram duas variantes: uma para exposição e outra para o trabalho.

A popularidade e as qualidades destes cães os fizeram bons animais de trabalho. Modernamente, são usados para assistir cadeirantes e cegos, além de trabalharem como cães policiais e de resgate. Contudo, na busca pelos mais habilidosos, cruzamentos indiscriminados geram exemplares alérgicos e agressivo-possessivos.
Fisicamente, o golden é ainda um animal robusto, de pelagem mediana e lisa, e de coloração dourada. Entre suas principais características físicas está sua expressão, descrita como meiga. Devido a todas as suas qualidades, foi eleita a raça mais popular no Japão

A sua pelagem vai do "ouro"escuro ao branco.

Ser Golden é:

Energia
Gosto por brincadeiras
Amizade com outros cães
Amizade com estranhos
Amizade com outros animais
Proteção
Tolerância ao calor
Tolerância ao frio
Necessidade de exercício
Apego ao dono
Facilidade de treinamento
Guarda
Cuidados com a higiene do cão

 

Springer Spaniel

A springer spaniel inglês[Nota] (em inglês: English Springer Spaniel) é uma raça canina oriunda do Reino Unido. De origem não exatamente definida, foi em primeiro usado para caçar: Era este spaniel que descobria e levantava a presa, como falcões e lebres. No fim do século XIX, ganhou mais massa em sua cabeça e uma ossatura mais forte após cruzamentos artificiais. No século seguinte começou a conquistar popularidade e a passar a ser usado pela polícia na identificação de drogas. Dito inteligente e de faro aguçado, é ainda considerado vigoroso e amigável. Sua pelagem é farta e sua andadura é característica mesmo quando se movimentavam com lentidão.

Ser Springer é:

Springers são uma deliciosa companhia se a sua família gosta de atividade. São meigos e gentis, ao mesmo tempo que são corajosos e determinados. Eles adoram agradar seus donos e são muito afetuosos, além de inteligentes e obedientes. São "abanadores-de-rabo" convictos. Uma outra característica da raça é que eles parecem ter um grande senso de humor, adoram brincar quando jovens e mesmo se mantendo ativos quando mais velhos, eles também adoram ficar deitados aos pés (ou melhor ainda, no colo) dos donos.

A quantidade de exercício ideal varia de cachorro para cachorro, mas uns passeios longos, uma pequena corrida ao lado da bicicleta, um jogging matinal, ou um joguinho de "vá pegar a bolinha" serão sempre bem-vindos. A maioria adora água e nadar é um grande prazer, mas podem se adaptar com uma certa facilidade a qualquer estilo de vida.

Eles precisam muito da companhia de humanos e se você estiver preparado para dar-lhes bastante atenção e exercício quando voltar para casa, eles podem aprender a ficar quietinhos durante o dia, esperando você voltar do trabalho. Aliás, devido a seu grande apego com os donos, é preciso ensinar ao filhotes a ficar umas poucas horas por dia sozinho para que não desenvolva ansiedade excessiva quando os donos precisam sair para trabalhar, ou até quando saem para um simples passeio.

Ainda que a raça costume ser bastante amigável com estranhos, também é preciso estar atento a socialização do filhote para que ele, quando adulto, não se torne super protetor dos donos, inclusive evitando que qualquer pessoa fora da família se aproxime.

Springers são alegres e alertas. Como todo cachorrinho, e especialmente os que tem suas origens como raça de caça, os Springers precisam ser ensinados a vir imediatamente quando são chamados pelo dono. Embora normalmente obedientes, não é impossível que o seu nariz de caçador sugira uma visita mais longa ou uma investigação mais demorada no passarinho que esta no outro lado da rua.

 

 

São Bernardo

(em alemão: St. Bernardshund) é uma raça canina natural dos Alpes suíços. Foi desenvolvida a partir de cruzamentos de antigos molossos "soldados" romanos levados à região pelas tropas de Roma. Sua sobrevivência foi garantidas graças aos monges, que, desde 1660, passaram a cria-los em um monastério chamado Hospice du Grand St. Bernard, localizado em um dos pontos mais altos daquelas montanhas e local por onde os viajantes passavam para cruzar os Alpes. De acordo com historiadores, o primeiro propósito do são-bernardo foi o de proteger a propriedades, seguido então das missões de resgate, que iniciaram-se no século XVIII. Era sua função encontrar vítimas soterradas e buscar auxílio junto aos monges caso o acidentado não pudesse mover-se. Fisicamente, foram cruzados a fim de se obter um cão robusto, de pelagem isolante e com um excelente faro, que pudesse trabalhar em situações rigorosas.

De acordo com historiadores, as missões de resgate envolviam quatro caninos, nenhum deles usando o pequeno barril no pescoço conforme aparece em fotografias e filmes: ao encontrar um soterrado, dois cães deitavam-se ao lado dele para aquece-lo, um tentava reanima-lo lambendo-lhe a face e o último retornava ao monastério em busca de ajuda. Na sociedade humana e em meio a estes descritos "anjos dos Alpes" destacou-se Barry, um são-bernardo que salvou mais de quarenta pessoas ao longo de sua vida.
Como aconteceu com inúmeras raças na Europa durante as guerras mundiais, estes cães quase desapareceram e, para que não sumissem totalmente, foram cruzados com os terra-nova, o que fez com que surgisse sua variação de pelagem longa, ruim para salvamentos na neve, já que acumulavam neve e umidade. O fato de terem formado equipes de resgate os tornaram animais populares, aparecendo em filmes como Beethoven

Ser S. Bernardo é:

- O cão são bernardo possui uma expressão de alerta e atenção.
- São vigilantes e muito ativos.
- Possuem um temperamento, dócil calmo e amável.
- São ótimos como cães de guarda.
- São muito leais com os donos.
- Possuem uma excelente habilidade no trabalho de resgate.
- O faro desta raça é bem desenvolvido.

 

Shar-Pei

(em chinês: 沙皮狗) é uma raça canina oriunda da China. Criado para ser inicialmente um cão de fazenda de múltiplas funções, é considerado eficiente, já que as características buscadas para tal foram alcançadas: é silencioso o bastante para ser um animal de guarda, por exemplo. Considerado também animal de companhia, não perdeu suas características de trabalho, como a eficiência como cão pastor e de rastreio.
Esteve à beira da extinção e em 1974 foi considerado o cão mais raro do mundo.

Cão ideal para apartamento. Sóbrio, discreto, 30 minutos de exercicios diários chegam para se sentir activo e não frustrado. raramente ladra (late). Apenas o faz se sentindo ameaçado por qualquer barulho estranho ou por frustração/falta de exercicio.

Ser Shar-Pei :

Aprender rapidamente os hábitos de higiene
Gostar de ficar deitado ao lado dos donos, na maior tranqüilidade. Nada de grandes agitos e correrias.
Dar-se bem com pessoas estranhas
Nem sempre gostar de outros cães, herança das raças de luta
Viver bem em lugares grandes ou pequenos
Ser caseiro, de fácil adaptação
Não precisar de mais de 15 minutos de passeio por dia
Latir pouquíssimo
Gostar de crianças, ainda que canse logo e não aguente horas de folia
Chamar atenção onde quer que esteja
Conquistar corações com um jeito especialmente envolvente e cativante.

 

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